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title: "Pizza ao domicílio sem oferecer comissões? Site para pizzarias com pedidos diretos e menu online"
description: "Site para pizzarias e entrega ao domicílio: menu online, pedidos diretos sem comissões das apps e clientes que voltam a pedir todos os fins de semana."
date: "2026-09-19"
category: "Exemplos por setor"
keywords: "site para pizzaria, site de pizzaria, pedidos online pizzaria, site para entrega ao domicílio, pedidos diretos sem comissões"
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Sexta-feira, nove e meia da noite. O telefone toca com um pedido, o tablet da app apita com outro, há duas pizzas no forno e alguém à espera ao balcão. Tu, com o auscultador na orelha e a caneta na mão, a apontar uma morada num papel manchado de farinha. A noite mais rentável da semana, gerida de memória.

E depois chega o resumo do mês. Muitos pedidos, sim, mas com a surpresa de sempre: de cada pedido que entrou por uma app de entrega, uma boa parte do valor nunca chega à caixa. As plataformas enchem o forno, mas ficam com uma comissão que, em muitos casos, ronda os 30% do pedido e, além disso, o cliente passa a ser delas: o telefone, o histórico e os gostos dele vivem na app, não na tua pizzaria. É a diferença entre trabalhar para os teus clientes e trabalhar para o intermediário.

## Cada pedido tem dois donos possíveis: tu ou a app

A pizza custa o mesmo a fazer nos dois casos, mas não deixa o mesmo. Um pedido direto — pelo teu site, WhatsApp ou telefone — entra inteiro na caixa. Um pedido pela app, depois da comissão, entra com um corte que se nota todas as noites num negócio de margens apertadas.

Por isso cada vez mais pizzarias usam uma estratégia simples: as apps como montra para te descobrirem e o site próprio como canal principal. Quem te encontra no Google e vê o menu e o pedido online entra pela porta que te interessa; e, pelo caminho, ficas com algo que nenhuma plataforma te dá: o email e o telefone de quem te compra, para avisar da promoção de quarta-feira ou do combo do jogo.

## Quem pede pizza e o que vê antes de pedir

- **Famílias com filhos**: sexta de filme e sofá. Procuram «pizzaria entrega ao domicílio perto de mim», comparam preços e querem saber em quanto tempo chega.
- **Vinte e trinta e poucos**: pedem tarde, pelo telemóvel, com pressa e sem ligar a ninguém. Se o teu site não se lê no telemóvel, fecharam o separador antes do fim.
- **Escritórios e hora de almoço**: menus do dia, pedidos grandes e encomendas recorrentes que convém tratar com um formulário ou um email.
- **Aniversários e festas**: pedidos de 8, 12 ou 20 pizzas que quase sempre nascem de uma pesquisa: «pizzaria para encomendar para um aniversário».
- **Clientes de sempre**: querem repetir o pedido da última vez sem ligar, sem explicar outra vez se é sem cebola e sem esperar que atendas.

## O que as pessoas vêm resolver ao teu site

Antes de pedir, quase todos procuram as mesmas respostas:

- **O menu completo, com preços e fotos reais**. Não um PDF que ninguém lê no telemóvel.
- **Os alergénios**, que além de obrigatórios são das primeiras coisas que consulta quem tem uma intolerância.
- **Os horários atualizados**, incluindo os dias de fecho durante a semana.
- **As zonas de entrega, o pedido mínimo e o tempo estimado**. É o que evita a chamada que começa por «entregam em...?».
- **Poder pedir sem ligar**: carrinho, formulário ou um WhatsApp que abre já com o pedido escrito.
- **As promoções**, com letra pequena: 2x1 às terças, combo família, tamanho XL.
- **As formas de pagamento**: dinheiro, cartão, Bizum.
- **Se há opção sem glúten, sem lactose ou vegetariana**, cada vez mais pedida e menos respondida em muitos sites.

## As secções que enchem o forno

Estas são as que trazem mesmo pedidos:

- **Página inicial** com o menu a um clique e dois botões claros: «pede online» e «liga-nos».
- **Menu** organizado por categorias, com preços sempre atualizados.
- **Pedido online ou por WhatsApp**, com a morada e a hora de recolha ou entrega.
- **Entrega**: zonas cobertas, pedido mínimo e tempos indicativos.
- **Promoções e combos** num lugar visível, não escondidos nas redes sociais.
- **Avaliações** de clientes que pedem todas as semanas.
- **Perguntas frequentes**: massa, tamanhos, glúten, tempos, como cancelar um pedido.
- **Aviso legal e privacidade**, que também dá confiança.

O que não é preciso: um sistema com entrega em toda a província, um blog que ninguém vai escrever nem fotos de stock de pizzas que não são as tuas.

## Antes e depois: das comandas em papel aos pedidos organizados

Antes: o telefone ocupado à hora de ponta — e quem não consegue ligar pede na app —; comandas apontadas à mão com moradas a meio; o WhatsApp pessoal misturado com pedidos; e a sensação de estar a perder pedidos sem saber exatamente quantos.

Depois: o menu e os preços num só lugar sempre em dia; pedidos que entram com morada, hora e telefone bem postos; clientes que repetem com três cliques; e uma lista de email própria para avisar da promoção de quarta-feira sem depender de uma plataforma para falar com a tua clientela. A sexta continua intensa, mas deixa de ser um caos.

## Erros que vemos quando uma pizzaria encomenda o seu site

- **Enviar o menu em PDF ou foto**: ninguém amplia no telemóvel e o Google não o lê.
- **Ter só redes sociais**: estão bem para mostrar a pizza, não para receber pedidos organizados.
- **Preços desatualizados**, que geram discussões à porta.
- **Não dizer onde entregas** nem qual é o pedido mínimo.
- **Não pedir o email** nem o telefone com autorização: sem lista própria, cada noite começa de zero.
- **Site que só funciona no computador**, quando quase todos os pedidos nascem no telemóvel.
- **Descurar a ficha do Google** e as avaliações, que é o primeiro que vê quem procura «pizzaria entrega ao domicílio».
- E o erro de fundo: depender só das apps e não ter um único canal próprio.

## O que o Google vê numa pizzaria

O Google quer responder bem a «pizzaria entrega ao domicílio perto de mim», «pedir pizza em [a tua cidade]» ou «pizzaria aberta agora», e para isso usa a tua ficha do Google Business Profile, as tuas avaliações e o teu site. A ficha resolve o horário e as fotos; o teu site resolve o resto: o menu, os preços, as zonas de entrega e o pedido. Para aprofundar, o blog tem um artigo sobre [sites para restaurantes](/blog/pt/web-para-restaurantes-como-llenar-mesas) e outro sobre [sites para bares e cafés](/blog/pt/web-para-bares-y-cafeterias).

## Da chamada ao pedido direto

Uma pizzaria não precisa de um site enorme: precisa que quem procura pizza te encontre, veja o menu e os preços sem esforço e consiga pedir em menos de um minuto, a qualquer hora. É esse o site que enche o forno sem oferecer margem, que organiza as noites de ponta e que transforma quem experimenta uma vez em cliente que repete todas as sextas.

A boa notícia: não é preciso gastar muito nem esperar meses. Podes ter o teu site com o menu, o pedido online e as zonas de entrega em poucos dias. Se tens uma pizzaria ou um negócio de entrega de comida, [pede uma proposta de design gratuita](/solicita-web/pt): desenhas o teu site ao vivo com IA e eu construo-o com o teu OK no design. Sem fidelização, sem jargão, e o preço fechado antes de começar.

Vais continuar a pagar comissão por cada pizza que vendes, ou vais ter um site que recebe pedidos diretos desde o primeiro fim de semana?
