21 de agosto de 2026 · Preços · Português

Quanto custa uma página web para um negócio em 2026?

Preços reais de um site para negócio local em 2026: do básico ao plano com painel de edição. O que pagas, o que não devias pagar e como evitar pagar a mais.

"Quanto me custaria um site para o meu negócio?" é a pergunta que todo o dono de negócio faz, e com razão: ninguém quer pagar a mais por algo que não percebe totalmente. Vamos pôr números reais, sem letra miúda.

O que há no mercado em 2026

Os preços de um site para um negócio local movem-se em três faixas:

1. O site "gratuito" (0-15 €/mês). Construtores de sites como o Wix ou o WordPress com um template. O problema: o template é usado por milhares de negócios, o site não aparece no Google, não há domínio próprio ou vem com publicidade, e ao fim de dois anos ninguém o atualiza. É o "grátis" que mais caro sai, porque não gera clientes.

2. O site de agência tradicional (800-3.000 € de uma vez). Costumam incluir design à medida e boas fotos. Mas pagas o design e a manutenção por antecipação, e depois cada alteração de texto ou de foto é um extra que se paga à parte. Para um negócio local, que não vai redesenhar todos os anos, é muito dinheiro de uma vez.

3. O site feito por quem percebe de negócios locais (200-1.000 €, por fases). Site próprio, rápido, que aparece no Google, com o teu domínio, e com opção de painel para tu próprio mudares textos, fotos e cores quando quiseres. O pagamento por fases faz com que não tenhas de desembolsar tudo de uma vez.

O que inclui um site que funciona mesmo

Quando comparares orçamentos, repara se inclui o que importa de verdade:

  • Domínio próprio (asuaweb.com, não asuaweb.wixsite.com) e e-mail profissional se precisares.
  • Posicionamento básico: o teu site deve aparecer quando te procuram pelo nome e pelo teu serviço na tua cidade. Isso não é magia: é estrutura correta, textos claros e velocidade.
  • Design responsivo: mais de metade dos teus clientes vão ver-te a partir do telemóvel. Se o site não se vê bem no telemóvel, não existe.
  • Edição simples: a diferença entre pagar cada alteração e não pagar mais nada.
  • Manutenção incluída ou barata: domínio, segurança e atualizações.

O que NÃO devias pagar

Desconfia de quem te cobra por coisas que hoje são o padrão: "site com botão de WhatsApp" (é um link, não se paga), "site responsivo" (é obrigatório, não é um extra), "otimização de velocidade" (faz parte do trabalho, não é um suplemento). E desconfia também de quem te promete "primeira página do Google numa semana": ninguém pode garantir isso, e quem o promete vende-te fumo.

A chave: não pagar tudo de uma vez

Um site para um negócio local não é um investimento de risco, mas pagá-lo inteiro de uma vez assusta. A opção confortável é a que se paga quando o negócio já está a gerar: o site constrói-se, publica-se e paga-se por fases, de forma que a primeira fase (tê-lo a funcionar e visível) se paga quando já está entregue.

Na pedroaren.com, por exemplo, o plano básico de site para negócio local começa nos 200 €, e há planos que incluem painel de administração para mudares textos, fotos e cores tu próprio. E antes de pagares seja o que for, fazem-te uma proposta de design gratuita e sem compromisso: vês como ficaria o teu site antes de decidir.


Em resumo: um site decente para um negócio local custa entre 200 e 1.000 € se o contratas com critério, e paga-se por fases. O caro não é o site: é o site que não aparece no Google, o que não se vê no telemóvel ou o que não consegues editar sem pagar. Também pode pedir uma proposta de design gratuita — sem compromisso.

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